segunda-feira, 13 de abril de 2009

Repeat [ON]


Há dois dias eu olhei para a pasta de músicas no meu computador e eu olhei para a pasta de Franz Ferdinand e pensei "putz, eu nem escutei o cd novo direito ainda", aí cliquei na pasta que tinha o cd "Tonight" e... resultado: eu não consigo parar de escutar.

A primeira vez que eu escutei achei estranho, porque esse cd é bem diferente dos cds passados, mas agora eu me vejo batendo os pés no ritmo das músicas, querendo dançá-las, cantando as letras que continuam irônicas/obsessivas que é o que mais gosto em Franz.

E como se não bastasse estar viciada no cd, eu fui ver os vídeos das músicas. Adorei o clipe de "Ulysses" e "No you girls" e claro que essas duas músicas grudaram na minha cabeça de um jeito que eu não consigo me livrar delas. Eu acordei de madrugada, por causa da garganta inflamada, e lá veio na minha cabeça "Do you never wonder? No, no, no..." de No you girls.

Tonight não tem tanto aquela pegada de rock, e está mais calmo, e não é tão dançante quanto os cds passados, mas bem, pelo menos ainda é Franz.

Do you never wonder?
No, no, no....

~Liv.

sábado, 28 de fevereiro de 2009

Sobre um vício.


Eu sei por que me sinto tão angustiada quando não consigo escrever: escrever é o exorcismo dos meus demônios. Como se fosse o suficiente para me livrar deles. E às vezes isso realmente acontece. Escrever é meu cigarro, é minha droga, é meu desabafo. Quando ofereço minhas palavras e ninguém as lê, sinto-me como o amigo que procura se abrir com o outro e é rejeitado.

Empresto minhas emoções a personagens, empresto a eles meus vários eus e os disfarço com características que os tornam meros personagens. Mas no meu diário, lá estão eles (meus eus, não os personagens), sem disfarces. Puramente eu. Transcrita em páginas pautadas de caderno comum.

Uma caneta, um pedaço de papel, um pouco de inspiração ou às vezes nada dela: minha terapia, meu divã, meu ópio.


Liv.